NOTICIAS GERAIS - 2007-12-19
A chapa desesquentou um pouco por aqui, de modos que estou de volta ao blog, para alegria geral da nação.E estou aqui, rumo à casa de Mama. Caos aéreo? Filas? Confusões? Caras, eu gastei menos de um minuto entre fila e encerramento de check in, sem contar que, apesar de ter direito a levar 23 kg, despachei mais de 30 kg sem problemas (é, rapaziada, vocês acham que só a companheira R. tem direito a ter problemas de excesso de bagagem?)
No avião, o comandante anuncia que há um temporal na Capital e por isso ele reduziria a velocidade para dar tempo de as condições climáticas melhorarem e ter possibilidade de pouso.
Beleza. E você nem tem uma conexão pra pegar.
Servem aquele sanduichão básico, massudo e entupidor, e, na hora do refri, turbulência! Sit, aeromoças, sit! Você fica basicamente entalada com o sanduíche.
Quando você está tentando se conformar em perder a conexão e passar a noite na Capital, o Comandante informa que, na realidade, a tempestade não é bem na Capital e sim em uma área próxima, de modo que ele já acelerou e vamos chegar no horário.
Puxa! Que bom viajar com um Comandante tão bem informado, hein! Reconfortante! Me senti, assim, super segura.
Capital. A conexão está atrasada. Um pouco. Ou muito, ninguém sabe informar direito. Com uma hora de atraso, entramos no avião. Mas não decolamos. Temos que esperar passageiros de outra conexão.
Parênteses: a vaca da atendente da companhia, apesar de eu ter reservado janela nos dois vôos, me colocou no corredor no primeiro trecho (mas tudo bem, fui ao lado de um casal simpático) e no MEIO no segundo trecho. E eu não percebi na hora, só depois de entrar na sala de embarque. Maldito atendimento relâmpago.
Segundo trecho do vôo e, como disse, um assento no meio me espera. Na saída de emergência, menos mal. Tudo bem que o meu companheiro da janela tomou banho de piscina com azzaro antes de embarcar, fica tirando fotos do celular dele mesmo e não queria guardar a sacola (de plástico) no compartimento superior porque não podia quebrar os uísques dele – and asked the flight attendant for “durex” pra fechar a sacola. Mas o companheiro do corredor, além de ter mais de 60 anos (sem preconceitos, pessoal, mas, lembrem, estamos na saída de emergência!), stinks!
Poderia ser pior: na outra janela de emergência, está sentado um velhinho de, por baixo, uns 75 ou 80 anos de idade, ao lado de sua companheira de faixa etária correspondente. Reclamei com a comissária (ela perguntou por que eu estava preocupada com o velhinho, se por acaso eu era parente dele!) e ele foi finalmente reposicionado – para o corredor! God, protect us.
No final das contas, aproximadamente 2 horas de atraso. Só que eu esqueci meu relógio. Sacola. Acho que são 2 horas de atraso, mas nem tenho mais certeza. Tenho que ficar acompanhando quanto tempo falta pra chegar pela telinha. E fazendo cálculos. Se lá vai ser 23:35 quando da chegada e se faltam 58 minutos de vôo, que horas são, afinal? E isso é horário de verão ou não?
No final das contas, salvaram-se todos e cheguei bem. O comandante, pra variar, anunciou 30 graus na terrinha. Rá rá rá. Me engana que eu gosto.

1 Comments:
Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Até o velhinho que não era seu parente e que, graças a Deus, não precisou acionar a janela de emergência!
Quanto ao seu assento no meio, no final das contas foi tudo um plano divido de equilíbrio das coisas universais. Afinal, o carinha egocêntrico da janela banhado em azarro neutralizava o fedor do sexagenário do outro lado, que por sua vez neutralizava o excesso de azarro do 'cara-do-durex' e assim por diante...
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