http://sublimesucubus.blogspot.com/ O Mundo é Muito Estranho

17 dezembro 2008

Papai Noel

O garoto pede aos pais, de presente de Natal, um super dinossauro com controle remoto que custa a bagatela de R$ 799,00 (na promoção).
Os pais explicam que é muito caro, a crise mundial, e etc., e o assunto fica por isso mesmo.
Dias depois, a mãe leva o filho ao shopping, e ele vai falar com o Papai Noel.
Depois de breve colóquio, o moleque volta para a mãe e fala:
- Mãe, tudo resolvido: falei com o Papai Noel e ele me garantiu que vai me dar o dinossauro de presente de Natal.
A mãe entra em pânico, tem pensamentos impuros (aquele velho safado idiota do Papai Noel!!) e começa a tentar dissuadir a criança:
- Meu querido, eu sei que o Papai Noel prometeu para você, mas pense bem, ele tem que distribuir presentes para todas as crianças do mundo, pode ser que ele não tenha dinheiro suficiente para comprar um presente tão caro assim...
Ao que o garoto responde:
- Mãe, alôôô!! O Papai Noel tem uma fábrica!!

19 novembro 2008

Cardápio

O cardápio do restaurante amigo vem se superando...

Dia desses, tivemos broquete de peru.

Hoje, a piece de resistance é o medalhão de mião.

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14 outubro 2008

Salada

No cardápio de hoje: salada de tomate, alface, cenoura, etc., etc., e... peitos.

Assim, salada de peitos?

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13 outubro 2008

Enquete canina

Sabem aquelas maravilhas caninas que habitam os seus lares e os seus corações? Aqueles pães de ló? Aquelas coisas mais ricas da família?

Pois bem. A questão é: o que os seus petizes apreciam degustar?

Patty, garota do interior, por exemplo, adora surrupiar bifes, frangos ou pizzas de cima da mesa do almoço (ou do jantar, tanto faz, na realidade, basta estar na mesa).

Dudu é fissurado por barrinhas de cereais e chocolates em geral (se forem recheados de licores ou outras bebidas alcoólicas, então, ele fica doidão - literalmente).

Brown, um lorde, come qualquer coisa - desde que esteja devidamente colocado em seu pratinho.

Rambo, sintomaticamente, adora mastigar... pedras!

E Bela, rainha desta casa, tem uma especial predileção por... carregadores de celular!!

xxx

Pior é você chegar no trabalho e contar reservada para colega V. sobre o mais recente feito da filha-cã, para minutos tal pessoa anunciar em altos brados no serviço: "A cadela da MM comeu o carregador do celular!!!" - gerando, com o trocadilho, sérios momentos de constrangimento na sala...

xxx

Finalizando a série, não poderia deixar de contar como consegui um carregador novo: a mesma V. lembrou-se de um conhecido que, no dia dos namorados, deu um celular da mesma marca e modelo que o meu para a então consorte. Pouquíssimos dias depois da data comemorativa, a moçoila dá por encerrado o romance, e o mancebo anunciou que, tudo bem, não ia pedir o celular de volta. Mas, o carregador, que havia ficado na casa dele, ele jamais entregaria, num gesto de represália masculina.

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22 setembro 2008

A Desaparecida - ou de como anda a minha reputação

Pois é.
A minha cara de pau não é tanta assim para justificar meses de ausência, ou o fato de que este seja o primeiro post... do ano!
Como vocês sabem, retornei aos bancos escolares, a moça que me cobre no trampo entrou de licença-maternidade, enlouqueci, tudo-ao-mesmo-tempo-agora. Mas essa eu não poderia deixar de registrar.

Quinta-feira dessas, estou na aula, quando recebo a notícia da morte do pai de um colega. Moça solidária e bem educada, resolve ir com os colegas ao velório. Moça responsável, liga para o trampo e avisa que vai atrasar um pouco, pois vai ao velório do pai de um colega da faculdade.

Ao chegar no trampo, fico sabendo que a companheira de trabalho que atendeu a minha ligação (C.) travou
o seguinte diálogo com a companheira V.:

- Cadê M.?
- Avisou que vai demorar pois vai passar em um velório.
- Velório de quem? Do Waldick Soriano?
- É possível.

Que faço eu com a minha reputação? Pego o microfone e saio cantando: "Eu não sou cachorro não..."???

28 dezembro 2007

NATAL

2007-12-24

E Natal, segunda feira, e você, que já havia percebido que os presentes comprados para a distribuição não iriam dar nem para o cheiro, vai a luta, acompanhada do resto da tropa. Corrida contra o relógio. As irmãs, a cunhada e respectivas filhas se dispersam a fim de regularizar a situação, alem de resolver varias outras coisas de ultima hora.

16 horas, tudo pronto e arrumado, brinquedos separados e classificados. Vou a casa de Sr. C. entregar os presentes dos netos dele, previamente separados, e recebo um dos olhares mais meigos e um dos abraços mais gostosos do mundo da netinha dele.

Eu sou conhecida pelos netos dele, modéstia a parte, como a moca bonita que traz presentes no Natal.

Vamos a capela.

1645 esta tudo no esquema, tudo e todos em seus respectivos lugares, previamente determinados.

As filas lá fora estão organizadíssimas e você nem acredita. Irma numero 1 faz a oração de praxe e é dada a largada para a distribuição dos presentes. A fila das meninas, a meu cargo, transcorre, como sempre, sem maiores percalços. Quando termino a fila das meninas e estou resolvendo pendências de ultima hora, a fila dos meninos já se transformou em um pandemônio. Dividiram-se entre a fila das bolas e dos demais brinquedos, ambas incontroláveis. Dou inicio a fila das bolas, enquanto as outras tentam domar a fila dos brinquedos para os meninos. Da-se inicio então a uma verdadeira batalha campal que não da pra descrever pra vocês. Basta dizer que a casa quase foi invadida.

A novena em casa esta marcada para as 18, mas começa depois de 18,30. Anunciei meus projetos para 2008.

Em seguida, propôs-se uma inversão na ordem natural das coisas, e nos arrumarmos logo para ir para a casa de tio J., para so na volta distribuirmos os presentes entre nos. Tal inversão causou protestos em algumas sobrinhas, que diziam que ficariam traumatizadas por muito tempo.

A razão de anteciparmos a ida para a casa de tio J. e que este sofreu um AVC este ano e encontra-se bastante debilitado. Assim, a tradicional festa noite adentro, com cantorias intermináveis, teria que se limitar a uma confraternização mais curta com um jantar básico (o qual, uma vez que foi feito por uma restaurater daqui, excedeu expectativas).

O choque foi encontrar tio J., sempre saudável e alegre, com metade do corpo paralisado, completamente dependente dos outros.

Prima P., ao final, fez belo discurso, substituindo o pai, que emocionou a todos.

Detalhe cômico – estávamos em uma mesa de 7 mulheres, 3 delas morrendo de sede, e planejando pedir água para o garçom bissexto. Planejei pedir 7 copos de água, uma para cada da mesa (mesmo as que não queriam), para cada uma ficar com 2 copos. A Noiva disse que também queria, e dissemos que ela poderia ficar com o copo restante. SN5 dizia para pedir logo para pedir 8 copos, mas eu so pedi 7. SN5 reclamou, e eu dizia que nos so éramos 7 na mesa, não tinha como pedir 8 copos, ao que SN5 retrucava que era so dizer que era para a criança que daqui a pouco iria aparecer... O garçom ficou atônito com tanta água para servir...

Voltando a casa, fizemos a distribuicao dos presentes e, tirando uma sandália preta e dourada muito bonita (e muito alta) e um pijamex basico legal (eu e filha ganhamos iguais) acho melhor nem comentar o que eu ganhei.

Ficamos conversando, pensamos em dormir, os condicionadores pifaram de novo, faltou energia de novo, e ai o jeito foi ficar fazendo hora ate os condicionadores voltarem a funcionar novamente.

ENERGIA

Sabado a noite, era pra acontecer um jantar do verbo acabou não acontecendo. Mesmo assim, o resto todo da família chegou.

Ficamos em casa – toda a família. Calor insuportável. Sete, sim, 7 condicionadores de ar ligados ao mesmo tempo. A energia não agüenta. Liga-se um condicionador e automaticamente outros dois desligam. Por fim, faltou energia total, parou quase tudo e nem luz tinha

So não pararam de funcionar o condicionador do quarto da matriarca (thanks God) e o ventilador

Quem conseguiu botou um colchão no quarto da matriarca - meu caso - e os outros se acotovelaram no escritório, cujo condicionador voltou a funcionar depois.

Beleza de noite.

27 dezembro 2007

2007-12-23 - O SALGADINHO

Sobrinha número 4, vulgo A Noiva, e o respectivo O Noivo, mais a família deste (mãe, pai, irmã e sobrinhas, irmão e cunhada) estão passando pela cidade, de volta de outra localidade onde ocorreu a festa de formatura de um sobrinho-primo (depende da perspectiva).

Eles param para almoçar em um restaurante da cidade (as más línguas dizem que é o único), onde os encontro com meu Único Irmão.

A irmã d´O Noivo anda com suas duas filhas, de 1 e 2 anos. Ambas são o que popularmente chamamos de “boas bocas”, comem de um tudo e mais um pouco.

A irmã menor faz número 2 e resolvemos levar as meninas para casa, a fim de se limparem, tomarem banho e se refrescarem para seguir viagem.

No curto trajeto, a irmã maior encontra algo amarelo no chão do carro e pergunta

- Mãe, o que é isso

A mãe, inocente, responde:

- Minha filha, eu acho que isso e um salgadinho.

Minutos se passam e a menina fala

- Mamae, era um salgadinho mesmo...

A mãe, sem acreditar

_ Filha, você comeu um salgadinho que pegou no chão

- Não se preocupe, mamãe, depois eu boto outro no lugar...

2007-12-22

Vamos para o interior. Arrumar as coisas. Mais coisas. Outras coisas.

2007-12-21

Mama está bem. Decidimos ir para o interior amanhã. Saio para comprar os presentes para as crianças das redondezas, que tradicionalmente distribuímos no Natal.

Peço ajuda a Seu E., que afirma que sabe sim onde é a loja no centro onde são encontrados tais brinquedos, e que inclusive levou Irmã número 1 lá há pouco tempo, e ela ficou muito satisfeita. Quando chegamos na loja, a confusão: Sr. E. me levou para a loja errada. Ele dizia e repetia que minha irmã tinha ficado muito satisfeita lá, e eu retorquia que conhecia muito bem aquela loja, que inclusive tinha uma filial no shopping, que era uma loja caríssima e que não era o que eu estava procurando.

Sr. E. finalmente entendeu o que eu procurava e me levou à loja certa.

Posteriormente, conversando com Irmã número 1, ela me diz que estranhou quando ele a levou lá, afirmando que era a loja em que ele sempre me levava (surtou, o coitado), mas, como estava sem tempo, nem discutiu, entrou e comprou algumas coisas que conseguiu encontrar a preço razoável.